TCC2022

A CORRELAÇÃO DA INGESTÃO DIETÉTICA E A SUPLEMENTAÇÃO DE ÔMEGA 3

Dados do documento

Autor(es)
Edna Santos do Vale; Gabrielle Lima de Figueiredo
Orientador(es)
Luciana Moura
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2022
Data de publicação
16 de junho de 2025
Nome do curso
Não informado
Palavras-chave
Ômega 3. Doenças Cardiovasculares. Alimentação e Suplementação de Omega 3.

Resumo

Os ácidos graxos poliinsaturados ganharam grande espaço de prescrição dietética e suplementar por acarretar grandes benefícios para saúde do sistema circulatório, sendo mais biodisponível de origem animal, como por exemplo, peixes gordurosos, no fígado de peixes brancos magros e na gordura de mamíferos marinhos), no entanto, está presente, também em alimentos de origem vegetal (nozes, linhaça) (SHAHIDI; AMBIGAIPALAN, 2018). O presente estudo trata-se de um trabalho de conclusão de curso (TCC), com formato de revisão bibliográfica. Cujo objetivo geral foi comprovar através de estudos a eficácia da ingestão dietética e da suplementação do ácido graxo polinsaturado ômega 3 na prevenção de patologias cardiovasculares. A base de dados utilizada foram Scientific Electronic Library Online (SciELO), national library of medicine (PubMed), Portal de Periódicos CAPES/MEC, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e a plataforma da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) Google acadêmico, aplicou-se para critério de busca os seguintes descritores: Ácido Graxos; Ácidos graxos ômega-3, doenças cardiovasculares, fontes dietéticas de ômega 3, suplementação de ômega e ácido linolênico. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima-se que em 2030, cerca de 23,6 milhões de indivíduos sejam afetados pelas DCV, levando à morte (OMS, 2020). O consumo de alimentar de Ômega 3, demonstra efeito antinflamatório e antitrombótico. A suplementação de ácidos graxos ômega 3 pode auxiliar na elevação da β-oxidação mitocondrial, assim apresentando uma redução na síntese de triglicerídeos endógenos, no entanto há evidências e recomendações controvérsias pois para trigliceridemia é recomendado, quando não está associada a hipercolesterolemia. (SCB, 2019).