A GUARDA COMPARTILHADA E O DESENVOLVIMENTO INFANTO JUVENIL
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Resumo
O texto aborda os efeitos da guarda compartilhada no desenvolvimento infanto-juvenil, destacando seu conceito, legislação pertinente e suas modificações, bem como os desafios e impactos negativos quando a dinâmica familiar não é considerada. Desde sua implementação em 2008 no Brasil, a legislação enfrenta dificuldades em situações de divórcio, afetando significativamente os filhos. Embora a guarda compartilhada seja popular entre pais separados e que demonstre vários benefícios, gera obstáculos na adaptação das crianças com relação a novos ambientes, novas formas de convivência, e com a inerente competição dos pais entre si, que ocasiona um conflito de lealdade. A má gestão desse modelo juntamente com a alienação parental corroboram com inferências emocionais e psicológicas em crianças e adolescentes. Interferências como a alienação parental, disputa de genitores e ausência de um deles, ainda são questões discutíveis e dignas de aprofundamento. O artigo propõe analisar a legislação, os problemas familiares e a importância de priorizar o bem-estar da criança, destacando as consequências emocionais quando este não é o foco e apresentando medidas cabíveis para apaziguar os conflitos ainda existentes neste tipo de modelo, sendo fulcral para o melhor interesse da criança e o adolescente.