TCC2025

A INCLUSÃO DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA) NAS ESCOLAS PÚBLICAS: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE A RESPONSABILIDADE ESCOLAR E OS DESAFIOS JURÍDICOS E MULTIPROFISSIONAIS

Dados do documento

Autor(es)
Luana Cardoso Castro Melo; Richarlison de Sousa Santos; Sergio Inacio Rocha Lima
Orientador(es)
Geilson Silva Pereira
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2025
Data de publicação
18 de janeiro de 2026
Nome do curso
Direito
Nome da Unidade
Afya Parnaíba
Palavras-chave
Inclusão Escolar. Transtorno do Espectro Autista. Responsabilidade Escolar. Atendimento Multiprofissional. Educação Pública.

Resumo

A inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas escolas públicas

representa um desafio constante no contexto educacional brasileiro. O presente estudo tem

como propósito analisar a responsabilidade das instituições de ensino na efetivação da educação

inclusiva, bem como os desafios jurídicos e multiprofissionais que permeiam esse processo. O

objetivo geral é analisar, por meio de estudo bibliográfico, a responsabilidade das escolas

públicas no processo de inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Os

objetivos específicos foram:  Discutir sobre a educação inclusiva e atendimento a crianças com

TEA no Brasil; identificar a responsabilidade das escolas públicas na inclusão de crianças com

TEA; e abordar a importância do atendimento multiprofissional e inclusão escolar. A

metodologia utilizada foi de caráter bibliográfico e qualitativo, com base em legislações, artigos

científicos e documentos oficiais disponíveis em bases como CAPES, SciELO e Google

Acadêmico. A análise fundamentou-se em produções recentes que tratam da inclusão de alunos

com TEA no ensino regular, enfatizando o papel das políticas públicas, da formação docente e

da articulação intersetorial entre educação, saúde e assistência social. Os resultados

demonstraram que, embora exista um sólido aparato legal em defesa da inclusão, persistem

desafios relacionados à falta de infraestrutura, escassez de profissionais capacitados, ausência

de atendimento multiprofissional e fragilidade na integração entre os setores públicos. Conclui

se que a efetiva inclusão escolar de crianças com TEA depende de investimentos contínuos,

capacitação docente e compromisso institucional, garantindo uma educação equitativa e de

qualidade.