A MEDICALIZAÇÃO E O PAPEL DO PSICOPEDAGOGO NO TRATAMENTO DO PACIENTE DIAGNOSTICADO COM TDAH.
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Resumo
RESUMO: Este trabalho foi intitulado como “A medicalização e o papel do psicopedagogo no tratamento do paciente diagnosticado com TDAH”, tem como objetivo geral: Estudar o uso da medicalização no tratamento do paciente diagnosticado com TDAH. Metodologia: O tipo de pesquisa abordada foi o levantamento bibliográfico, através da coleta de dados de estudos secundários qualitativos de artigos científicos, selecionados através da revisão sistemática, a busca na literatura foi realizada nas bases de dados da SIELO, utilizando o seguinte descritor: TDAH, sendo selecionados 18 artigos para a revisão e divididos em 4 categorias de análise, as quais são: Diferentes versões do TDAH; versões sobre do TDAH na mídia; sobre a crítica a medicalização; e sobre psicoeducação. Resultados: A partir dos trabalhos analisados nas 4 categorias, observa-se que o uso da medicalização no tratamento de pacientes com TDAH é alvo de grandes críticas pelos pesquisadores, pois, para muitos, a medicação mexe com a subjetividade do indivíduo e na forma de estar no mundo, tornando-os sujeitos alheios ao mundo em que vivem. Conclusão: Este estudo mostrou muitas divergências no discurso de usar ou não a medicação no tratamento do paciente diagnosticado com TDAH. Dessa forma, torna-se evidente a necessidade de pesquisas futuras que tratem da problematização do uso da medicalização no tratamento adequado do TDAH, para que as pessoas que dele precisam possam otimizar o seu processo de ensino e aprendizagem e oferecer maior segurança e orientações aos profissionais envolvidos no acompanhamento, sobretudo os psicopedagogos.