A PROTEÇÃO E INTEGRAÇÃO DE TRATADOS INTERNACIONAIS AO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO SOB ANÁLISE DA TRILOGIA O SENHOR DOS ANÉIS
Dados do documento
Resumo
Em O Senhor dos Anéis, as alianças entre os povos da Terra Média (homens, elfos, anões e hobbits) refletem princípios que são centrais aos tratados internacionais. Assim como os tratados buscam promover a paz e cooperação entre nações soberanas, a aliança entre os povos de Tolkien surge da necessidade de enfrentar um inimigo comum, Sauron. A formação da Sociedade do Anel poderia ser comparada a coalizões estratégicas, nas quais diferentes grupos se unem para alcançar um objetivo global – neste caso, a destruição do Anel. Neste diapasão, os apontamentos a seguir irão dissertar sobre como o rompimento de tratados ou a falha na diplomacia pode levar ao caos e à guerra, como exemplificado por personagens como Saruman, que quebra alianças e age por ambição pessoal, provocando um conflito de grandes proporções. Esse comportamento ecoa exemplos históricos onde a quebra de acordos internacionais resultou em guerras. Nesse sentido a metodologia aplicada envolve uma pesquisa biliográfica extensiva com revisão de literatura acadêmica, coletagem de informações de fontes primárias e secundárias e análise comparativa entre a ficção e a realidade. Assim, a jornada de Frodo levanta questões sobre o significado e os limites da soberania individual em face da necessidade de cooperação e alianças. De maneira similar, como o Brasil equilibra sua soberania nacional com os compromissos assumidos por meio de tratados internacionais.