TCC2024

ANÁLISE DO MANEJO CLÍNICO DO DIABETES MELLITUS TIPO 2: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

Dados do documento

Autor(es)
Elielson Mendonça de Oliveira; Frederico Silva Faião; João Paulo Fontinele de Oliveira Souza; Gyovanna Beal Barbieri Antunes
Orientador(es)
Stênio Alves Leite de Andrade
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2024
Data de publicação
22 de abril de 2026
Nome do curso
Medicina
Nome da Unidade
Afya Porto Velho
Palavras-chave
Diabetes mellitus tipo 2. Tratamento farmacológico. Exercício físico.

Resumo

O Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) é uma doença crônica não transmissível, responsável por 90% dos casos de diabetes. Sua etiopatogenia envolve resistência à insulina e deficiência relativa na secreção desse hormônio, estando associado a fatores como sedentarismo, má alimentação e obesidade. O DM2 é um grave problema de saúde pública, com sua prevalência crescente devido ao envelhecimento populacional e à urbanização. Este estudo foca no manejo clínico correto do DM2, essencial para prevenção, controle e redução das complicações associadas à doença. Metodologia: A pesquisa utilizou uma revisão bibliográfica sistemática, com buscas realizadas nas bases de dados PubMed e Scielo, incluindo estudos publicados entre 2020 e 2024. Foram identificados 180 artigos, dos quais 30 foram selecionados com base na contribuição significativa ao manejo clínico do DM2. A seleção foi guiada por uma pergunta norteadora (não especificada no texto). Resultados e Discussão: LUMEN ET VIRTUS, São José dos Pinhais, V. XV N. XLI, p.5864-5883, 2024 5865 O manejo clínico do DM2 envolve várias abordagens, desde terapias farmacológicas até intervenções comportamentais e uso de novas tecnologias. O controle glicêmico em ambiente hospitalar, especialmente com o uso de insulina, é fundamental, mas faltam consensos claros sobre os protocolos mais eficazes. A prática de exercício físico, como o treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT), mostrou-se eficaz na redução dos níveis de glicose e melhora dos parâmetros metabólicos. Inovações tecnológicas, como canetas de insulina conectadas, também apresentam benefícios, apesar de desafios de implementação. Além disso, medicamentos como inibidores de SGLT2 e estatinas demonstraram impacto positivo no controle glicêmico e na redução de complicações cardiovasculares. Conclusão: O estudo destaca a importância de estratégias combinadas para o manejo do DM2, incluindo terapias com insulina, exercício físico regular e inovações tecnológicas. Apesar dos avanços, a variabilidade nos protocolos clínicos e as limitações metodológicas em estudos dificultam a generalização dos resultados. Pesquisas futuras devem focar na padronização de intervenções e na incorporação de novas tecnologias para melhorar o manejo clínico do DM2.