TCC2024

ANÁLISE DO USO DE CONTRACEPTIVOS ORAIS DE EMERGÊNCIA POR UNIVERSITÁRIAS DA CIDADE DE PARNAÍBA, PIAUÍ

Dados do documento

Autor(es)
Bruna Luiza Lima Linhares; Francisco José de Oliveira Neto; Natércia Falcão Ferraz de Sousa Guimarães; Gilberto Portela Silva
Orientador(es)
Gilberto Portela Silva
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2024
Data de publicação
19 de janeiro de 2025
Nome do curso
Medicina
Nome da Unidade
Afya Parnaíba
Palavras-chave
Contraceptivo pós-coito. Saúde da Mulher. Saúde Pública.

Resumo

Introdução: O Sistema Único de Saúde (SUS) iniciou a distribuição da pílula de contracepção de emergência em 2005 através de longas e exaustivas discussões entre o Ministério da Saúde e movimentos sociais. Destaca-se ainda que o método tenha e recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1995 eincluído no Manual de Atendimento ao Planejamento Familiar no Brasil do Ministério da Saúde. A contracepção de emergência (CE) é indicada para mulheres em até 72 horasapós um ato sexual desprotegido, que poderia ocasionar a elas uma gestação indesejada, além dos casos de violência sexual ou falha dos métodos contraceptivos regulares. estudo tem como objetivo analisar os motivos pelos quais mulheres universitárias fazem uso de CE. Metodologia: O trabalho é de caráter quantitativo e foi realizado com acadêmicas de 3 cursos, sendo 2 de universidade privada e 1 de universidade pública, através de um questionário online com características sociodemográficas e prevalência de uso de CE, cujas respostas foram armazenadas e analisadas. Foi aplicado o teste qui quadrado para as variáveis de faixa etária, tipo de instituição e moradia, o nível de significância adotado foi de p-valor<0,05. Resultados: O presente estudo proporcionou informações acerca do uso da contracepção de emergência em universitárias do município de Parnaíba, Piauí, além de estimar o perfil e prevalência com relação a sua utilização. Conclusão: A partir doquestionário com 153 universitárias de Medicina, Direito e Biologia revelou diferenças significativas no uso da contracepção de emergência dependendo do tipo deuniversidade, faixa etária (18-45 anos) e moradia (sozinhas ou não). A pesquisa enfatizaa necessidade de mais discussões e estudos sobre contraceptivos de emergência paramelhorar a saúde das mulheres e o planejamento familiar.

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