ARTRITE SÉPTICA EM JOELHO: UM RELATO DE CASO
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Resumo
Introdução: Pacientes com artrite séptica são observados regularmente na prática hospitalar diária sendo uma bacteriana aguda do joelho é uma emergência ortopédica e, se não for tratada, pode resultar em degradação substancial da articulação. Objetivos: Apresentar por meio de relato de caso, manifestações da doença com ênfase no acometimento da articulação do joelho, pontuando os aspectos do manejo do paciente. Métodos: Foram analisados cerca de 34 artigos relevantes ao assunto para realizar uma breve revisão de literatura acerca do tema, correlacionado a consultas com anamnese, exame físico e exames complementares, que auxiliaram nas informações contidas neste trabalho. Resultado: Paciente, 55 anos, masculino, inicia dor na articulação do joelho esquerdo, com intensificação da dor nos dias seguintes. Ao procurar a emergência de serviço hospitalar, após a realização de avaliação clínica e exames laboratoriais, a principal suspeita diagnóstica foi artrite séptica. O tratamento inicial antimicrobiano empírico, com coleta e avaliação de líquido sinovial e medicações sintomáticas. Posteriormente paciente internado, manteve o quadro articular, resultado de microbiologia demonstraram infecção por Staphylococcus aureus resistente à meticilina – MRSA iniciando antimicrobiano Daptomicina endovenoso por 3 semanas. Após o período o paciente apresentou melhoras e alta hospitalar. Conclusão: Artrite séptica bacteriana aguda do joelho é uma emergência ortopédica que requer diagnóstico oportuno. Alta suspeita clínica, avaliação diagnóstica completa, início precoce de cuidados médicos são essenciais para a gestão bem-sucedida da artrite séptica do joelho.