TCC2024

AS AÇÕES DOS CIRURGIÕES - DENTISTAS SOBRE O DIAGNÓSTICO PRECOCE E A PREVENÇÃO DO CÂNCER BUCAL

Dados do documento

Autor(es)
Ana Paula da Silva Ferrari; Tainara Lemos Rego
Orientador(es)
João Pereira dos Santos Júnior
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2024
Data de publicação
23 de abril de 2026
Nome do curso
Odontologia
Nome da Unidade
Afya Porto Velho
Palavras-chave
Saúde pública. Diagnóstico precoce do câncer. Odontologia.

Resumo

É evidente que o câncer é uma doença que pode eclodir em qualquer parte do nosso organismo. E este é caracterizado devido à mutação das células saudáveis para malignas, que se multiplicam ocasionando lesões e tumores, também chamados de neoplasias. No aparelho digestivo, em específico a sua “porta de entrada”, a boca, os profissionais de odontologia e médicos em geral, em seu ofício observam as gengivas, a mucosa jugal, palato e a língua, onde realizam o exame físico, que consiste na análise visual, sobretudo das bordas da mucosa e no dorso da língua. O tipo de câncer que é mais comum na cavidade oral é o carcinoma de células escamosas (CCE), e possuem maior prevalência nas regiões de língua, assoalho bucal e lábio. Existem três formas essenciais de tratamento do câncer: cirurgia, quimioterapia e radioterapia, podendo ser utilizadas juntas ou sozinhas, mas é muito difícil tratar a lesão com apenas uma das modalidades. O objetivo do estudo é conhecer e avaliar as ações do cirurgião dentista nos serviços odontológicos, promovendo saúde com visão ampliada sobre o processo saúde-doença e investigar a atuação do cirurgião dentista na prevenção da mortalidade pelo câncer bucal. A pesquisa fundamentou-se em uma revisão de literatura, utilizando artigos científicos que incluem análises de fontes acadêmicas conceituadas, tais como Decs, Pubmed, Google Scholar e Scielo, no período compreendido entre 2010 e 2023. É necessário que os cirurgiões-dentistas das unidades básicas de saúde estejam sempre presentes em cursos de educação continuada, que são imprescindíveis para aprimoramento. E com isso, ocorreria maior planejamento em políticas públicas saudáveis que assegurem a adesão de estratégias de redução da morbimortalidade pela doença.