ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO TRATAMENTO DA OBESIDADE
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Resumo
A obesidade é considerada uma doença crônica, definida como o acúmulo excessivo de tecido adiposo, principalmente na região abdominal. Tal definição está atribuída ao fato de esta ser uma doença multifatorial que envolve, entre outros fatores, os ambientais, culturais, psicológicos, socioeconômicos e genéticos, acarretando ao indivíduo o desenvolvimento de doenças crônicas, causando o aparecimento de outras enfermidades graves como hipertensão arterial, diabetes mellitus, entre outras, além de um alto número de depressão e autoestima baixa. A procura do corpo perfeito, associado à falsa promessa de emagrecimento rápido e sem esforço, faz com que pessoas recorrem a alternativas rápidas para a perda de peso, dentre as quais pode-se destacar o uso de medicamentos para emagrecer (anorexígenos), sem levar em consideração os devidos riscos que tais medicamentos podem causar à saúde. Tanto a Sibutramina quanto o Orlistate são medicamentos que se mostraram extremamente eficazes na perda de peso, sendo por diversas vezes associados a uma mudança no estilo de vida. Sob este contexto, é dever do profissional farmacêutico orientar o paciente sobre a forma correta de administração dos referidos medicamentos, assim como os seus efeitos colaterais. Dessa forma, busca-se com o presente estudo analisar o papel do farmacêutico diante dos riscos do uso abusivo dos remédios para emagrecer. O método utilizado no presente trabalho foi o de revisão bibliográfica, com a utilização de artigos no recorte temporal de 2012 a 2022. A análise dos artigos selecionados nos aproximou com o tema, tornando evidente a essencialidade da assistência farmacêutica no tratamento da obesidade.