TCC2018

ATUAÇÃO DO ÁCIDO HIALURÔNICO

Dados do documento

Autor(es)
Denora dos Reis Nemer Silva; Gisele Gonçalves de Carvalho
Orientador(es)
Especialista Rueles Figueiredo; Especialista Raphael Rangel Chagas
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2018
Data de publicação
28 de abril de 2025
Nome do curso
Não informado
Palavras-chave
Preenchedores cutâneos. Ácido hiaturonico. Polimetilmetacrilato. Complicacões.

Resumo

Os preenchimentos cutâneos constituem, atualmente, uma modalidade de tratamento amplamente procurada por aqueles que buscam alternativas às cirurgias físicas, com a intenção de retardar os sinais do envelhecimento. Trata-se de procedimentos minimamente invasivos, capazes de atenuar rugas e restaurar o volume facial de forma satisfatória, embora haja o risco iminente de surgimento de intercorrências relacionadas ao uso destes materiais. O presente estudo realizou uma revisão bibliográfica a respeito de dois dos preenchedores dérmicos utilizados com grande frequência na medicina estética: o ácido hialurônico e o polimetilmetacrilato, classificados, respectivamente, como materiais de implante biodegradáveis e não biodegradáveis. Deste modo, dadas as particularidades dos produtos mencionados, foram descritas suas características gerais e realizada uma comparação e discussão quanto ao enquadramento destes materiais de implante em relação às características consideradas ideais em um preenchedor, às estatísticas relacionadas ao número de procedimentos realizados anualmente, ao número de complicações ocasionadas pelo ácido hialurônico e pelo polimetilmetacrilato de acordo com estudos clínicos observacionais, e aos tipos de efeitos adversos inerentes ao uso de cada preenchedor estudado. De acordo com o estudo bibliográfico desenvolvido, foi possível constatar que, embora não exista um preenchedor que cumpra todas as características consideradas ideais, o ácido hialurônico é, atualmente, a primeira escolha entre os materiais de implante, por apresentar um menor número de complicações, as quais são passíveis de reversão. Em contraste, o polimetilmetacrilato é um polímero não biocompatível e não absorvível, o que dificulta e/ou impossibilita a reversão das complicações.