TCC2025

ATUALIZAÇÃO NO MANEJO DA DOENÇA RENAL DIABÉTICA

Dados do documento

Autor(es)
João Pedro Quaresma da Silva Lopes
Orientador(es)
Cristina Kayat Avvad
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2025
Data de publicação
08 de outubro de 2025
Nome do curso
Não informado
Palavras-chave
Antagonistas não-esteroidais do receptor mineralocorticoide. Doença renal diabética. Inibidores de SGLT2. Manejo atualizado da doença renal diabética. Tratamento medicamentoso da doença renal diabética.

Resumo

Este trabalho realiza uma revisão integrativa da literatura atual sobre a doença renal diabética (DRD) e as novas abordagens no manejo dessa doença, uma complicação crescente do diabetes mellitus (DM), que promove o declínio progressivo da função renal, levando o paciente a iniciar uma terapia de substituição renal (TSR), e responsável por elevada morbidade e mortalidade. A DRD é uma doença renal crônica (DRC), causada por DM, de caráter progressivo e irreversível, sendo definida e diagnosticada clinicamente por persistência da albuminúria e pela redução progressiva da taxa de filtração glomerular estimada (TFGe), a partir de um valor menor que 60 mL/min/1,73 m2, por um período de longa duração e na ausência de sinais ou sintomas de outras causas primárias de dano renal. Apesar da DRD ser heterogênea para cada paciente, existem grandes avanços, na atualidade, no manejo desta doença, em consequência da melhor compreensão da doença (fisiopatologia, fenótipos, biomarcadores etc.) associada às inovações tecnológicas, tais como a biologia molecular. Portanto, a realização deste trabalho é de grande importância para os profissionais de saúde, pois amplia seu conhecimento sobre a doença e apresenta as estratégias disponíveis, principalmente farmacológicas, para evitar a sua progressão e um desfecho desfavorável. Conclui-se que, apesar dos avanços extraordinários na proteção renal e cardiovascular e no retardo da progressão da doença, faz-se, ainda, necessário mais pesquisas, visando aprimorar novas opções terapêuticas, que deverão ser mais eficazes aos pacientes acometidos pela DRD.