TCC2021

CARDIOMIOPATIA HIPERTRÓFICA, UMA IMPORTANTE CAUSA DE MORTE SÚBITA EM JOVENS: REVISÃO INTEGRATIVA

Dados do documento

Autor(es)
Thiago do Nascimento Sousa; Higor César Parrião Lustosa; Hian Costa Távora; Marcos André de Sousa Godinho
Orientador(es)
Marcello Augustus de Sena
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2021
Data de publicação
11 de outubro de 2021
Nome do curso
Medicina
Nome da Unidade
Afya Palmas
Palavras-chave
Cardiomiopatia hipertrófica. Morte súbita. Manifestações clínicas.

Resumo

A Cardiomiopatia Hipertrófica (CMH) é a doença cardíaca de base genética e transmissão hereditária mais comum, tendo sido identificados inúmeras mutações nos genes do sarcômero cardíaco. A principal característica da doença é a hipertrofia ventricular esquerda (HVE) de morfologias diversas, sem outras causas que expliquem a condição. Suas manifestações clínicas são variadas de acordo com as mutações de cada indivíduo e/ou família; o paciente pode apresentar-se na forma assintomática, ou evoluir com desfechos como arritmias, estenose aórtica subvalvar, insuficiência cardíaca (IC) e, até mesmo, morte súbita. Assim, o objetivo deste trabalho é abordar as principais manifestações clínicas da CMH. Foi realizada uma Revisão Integrativa da Literatura, com busca nas bases de dados Scielo, LILACS, UpToDate e MEDLINE. Foram incluídos os artigos publicados de 2015 a 2021, na íntegra e disponíveis eletronicamente em Inglês, espanhol ou Português. Foram excluídos os artigos que se repetiam, disponibilizados apenas em resumo ou sem relação com o objetivo do estudo. Encontrou-se 17796 publicações somando todas as plataformas, após empregar os critérios de inclusão e exclusão e utilizar os descritores restaram 3187 artigos; em seguida, a partir da leitura dos títulos e/ou resumos foram selecionados e analisados 25 artigos. Portanto, entende-se que a CMH é uma patologia de manifestação silenciosa em muitos casos, tornando a triagem essencial para detectar a doença precocemente e permitir intervenção médica antecipada, melhorando o prognóstico e a qualidade de vida dos pacientes; além disso, tem-se uma grande dificuldade de determinar o risco de desenvolver as manifestações clínicas, como a morte súbita cardíaca.