CONHECIMENTOS E CONDUTAS PARA PREVENÇÃO DA ENDOCARDITE INFECCIOSA ENTRE CIRURGIÕES DENTÁRIOS - REVISÃO INTEGRATIVA
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Resumo
A Endocardite Infecciosa (EI) é uma doença relativamente rara, porém, grave, que provoca a destruição do endocárdio das válvulas cardíacas e regiões adjacentes, sendo de difícil diagnóstico e tratamento, podendo levar complicações, tais como, arritmia, eventos tromboembólicos, insuficiência cardíaca e evoluindo até a morte. É de origem primordialmente bacteriana, sendo que o causador mais comum da EI é o Streptococcus viridans, detectado frequentemente na cavidade oral. Procedimentos realizados no consultório odontológicos que causem sangramentos e pacientes portadores de determinadas cardiopatias congênitas ou adquiridas, são determinantes que facilitam seu aparecimento. O objetivo deste Trabalho de Conclusão de Curso do Curso de Graduação em Odontologia é Avaliar o nível de evidência de antibióticos para prevenir a endocardite bacteriana por meio de revisão de literatura. No intuito de investigar os conhecimentos e condutas para prevenção da endocardite infecciosa entre cirurgiões-dentistas – revisão integrativa. O método é realizado um estudo bibliográfico exploratório, do tipo descritivo e qualitativo. A pesquisa foi realizada nas seguintes bases de dados: Biblioteca Virtual de Saúde (BIREME), U. S. National Library of Medicine (PubMed), Scientific Electronic Library Online (SciELO) e com complemento o Google acadêmico, sendo e utilizando o marcador booleano "AND" entre os descritores contidos no site dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) a saber: Antibióticoprofilaxia, Endocardite Bacteriana, Odontologia. Os artigos incluídos nesse estudo foram publicados e disponíveis na integra no recorte temporal de 4 anos (2019 a 2022). As pesquisas revelaram uma divergência entre os atos indicados e contraindicados e mostraram uma lacuna entre as recomendações e a prática clínica. Existem lacunas no conhecimento sobre profilaxia antibiótica apropriada para endocardite infecciosa. Diante disto, conclui-se que este estudo mostrou a importância de melhorar o conhecimento sobre pacientes com risco de endocardite infecciosa e procedimentos que requerem profilaxia antibiótica.