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DOENÇA DE CHAGAS: ANÁLISE DA MORTALIDADE NO NORDESTE BRASILEIRO NO PERÍODO DE 2018 A 2022

Dados do documento

Autor(es)
Gabriela Veiga Macêdo e Araújo
Orientador(es)
Jonatas Dias Elias
Tipo do documento
Artigos
Ano de publicação
2024
Data de publicação
28 de novembro de 2024
Nome do curso
Medicina
Nome da Unidade
Afya Teresina
Palavras-chave
Doença de Chagas. Epidemiologia. Óbitos.

Resumo

A Doença de Chagas (DC) é uma doença infecciosa causada pelo protozoário flagelado Trypanosoma cruzi, cujo vetor é o inseto triatomíneo hematófago, chamado de “barbeiro” no Brasil. O objetivo do presente trabalho, foi analisar a mortalidade por DC no Nordeste brasileiro no período de 2018 a 2022. Trata-se de um estudo epidemiológico, transversal e retrospectivo de caráter quantitativo, realizado a partir de dados obtidos no SINAN, referente aos casos e óbitos de doença de Chagas entre os estados do Nordeste brasileiro no período de 2018 e 2022. As variáveis selecionadas para o estudo foram: ano, região, sexo, faixa etária, raça/cor e local da ocorrência. Observou-se um total de 4.979 casos de óbito por doença de Chagas no Nordeste brasileiro, no período de 2018 a 2022. Nos anos de 2018 e 2019 foram equivalentes, com 1022 casos. Do total de casos de óbitos da doença no período do estudo, a maioria dos casos foram de pessoas residentes do estado da Bahia com 59,97% mortes pela doença. Quanto ao sexo, identificou-se que a maioria ocorreu em pessoas do sexo masculino com 57,24%. No que se refere à raça, a parda teve prevalência com 60%. Ao se tratar da faixa etária da população em estudo, tem-se a faixa etária de 70 a 79 anos, a de maior prevalência com 26,97%. Desse modo, é fundamental o controle da Doença de Chagas para reduzir os riscos de mortes na população e diminuir os custos gerados com os tratamentos dessa doença.