EFEITOS DA ATIVIDADES FÍSICA EM PACIENTES COM EPILEPSIA- UMA REVISÃO SISTEMÁTICA DE LITERATURA
Dados do documento
Resumo
Epilepsia é definida com um distúrbio cerebral caracterizado pela predisposição persistente do
cérebro para gerar crises epilépticas e pelas consequências neurobiológicas, cognitivas, psicológicas
e sociais desta condição. Esse termo não se refere a uma doença, mas a síndromes distintas do
ponto de vista etiológico, fisiopatológico e sintomatológico. Objetivo: Analisar a influência da atividade
física em pacientes com epilepsia. Metodologia: Foi aplicada uma revisão integrativa de literatura de
natureza exploratória, analisando artigos publicados nos últimos 10 anos que abordassem o tema
“epilepsia” e “atividade física”, com uso dos Descritores em Ciência da Saúde (DeCS): Atividade
Física, Crise Epiléptica, Distúrbio Neurológico e Epilepsia. Foram utilizadas as bases de dados Scielo,
LILACS, MEDLINE e UpToDate. Resultados e discussão: exercício físico acompanhado por um
profissional não é um indutor de crises e pode melhorar aspectos gerais de saúde e qualidade de vida
dessas pessoas. Conclusão: A atividade física pode ser usada de forma benéfica no tratamento da
epilepsia, mas sempre de forma orientada e mediada por profissionais. Ela atua na melhora da
qualidade vida, aumentando o bem-estar. Por outro lado, alguns esportes causam um aumento do
estresse físico e mental, sendo o fator precipitante para o desencadeamento de uma nova crise.