TCC2020

ESKETAMINA E CETAMINA NO TRATAMENTO DE DEPRESSÃO RESISTENTE

Dados do documento

Autor(es)
Matheus Salim Calinosk; Thiago Altino Lacerda Pinto
Orientador(es)
Carolina Figueiredo Freitas
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2020
Data de publicação
16 de junho de 2025
Nome do curso
Não informado
Palavras-chave
Depressão. Refratária. Antidepressivo. Cetamina e escetamina.

Resumo

Introdução: Os receptores de glutamato são potenciais alvos de novas terapias para o tratamento da depressão refratária ao tratamento, sendo a cetamina, um antagonista desses receptores, e a escetamina, seu enântiomero S, uma dessas terapias.Objetivos: Apresentar as informações mais recentes sobre os modos de administração, dosagem, principais efeitos adversos, assim como, estudos comparativos para para uma melhor compreensão e conhecimento dessas drogas como tratamento para esse tipo de depressão.Métodos: Foi realizado um levantamento bibliográfico em artigos, livros e plataformas científicas obtidos nas bases de dados SciELO, PubMed, ScienceDirect, MedScape, FDA e UpToDate entre os anos de 2010 e 2020. Resultados: Foi estabelecido que a escetamina e a cetamina apresentam um papel fundamental para remissão de pacientes de episódios de crises graves de depressão tendo um papel importante no que diz respeito a redução da ideação suicida e da anedonia. Ademais, os estudos apresentaram boa eficácia e baixos efeitos adversos, a curto prazo, quando usado em dosagens de acordo com cada via de administração. Conclusões: Os trabalhos selecionados mostraram que ambas, a cetamina e a escetamina, têm potencial promissor e obtiveram resultados satisfatórios para o tratamento dos transtornos depressivos refratátios ao tratamento.