TCC2023

ESTUDO DA PREVALÊNCIA DE HEPATITE B E SÍFILIS EM GESTANTES NOS ANOS DE 2010 A 2020: UMA COMPARAÇÃO ENTRE O PARÁ E A REGIÃO DO ARAGUAIA

Dados do documento

Autor(es)
Juliana Silva Raposo; Letícia Canjão Almeida; Sandy Conceição dos Santos
Orientador(es)
Ana Cristina Doria dos Santos
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2023
Data de publicação
11 de dezembro de 2023
Nome do curso
Medicina
Nome da Unidade
Afya Redenção
Palavras-chave
Gestantes. Hepatite B. Infecções Sexualmente Transmissíveis. Sífilis.

Resumo

RESUMO
Na gestação, a falta de assistência e educação sexual durante o pré-natal propiciam a prevalência de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), sendo a Hepatite B e a Sífilis as mais prevalentes. Dessa forma, esse trabalho objetivou comparar a prevalência de Hepatite B e Sífilis em gestantes na 12° Região de Saúde do Pará e o estado, nos anos de 2010 a 2020.
Trata-se de um estudo de revisão das informações obtidas no banco de dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), entre 2010 e 2020, e artigos das bases de dados da Scientific Electronic Library Online (SCIELO) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Entre 2010 e 2020, foram notificados 478 casos de Hepatite B em gestantes no Pará. Destes,10% (n = 49) foram registrados na Região do Araguaia, sendo o 2º trimestre, a idade entre 20 e 39 anos e a forma crônica da doença os mais comuns. No mesmo período, foram notificados 6.324 casos de Sífilis em gestantes no Pará, sendo a região do Araguaia com 5,5% (n = 353) dos casos, com a faixa etária entre 20 e 39 anos e a forma primária da doença sendo mais comuns. A Hepatite B e a Sífilis continuam a representar desafios à saúde materna no Pará, sobretudo, na Região do Araguaia. Sendo assim, políticas em saúde de prevenção são instrumentos vitais para garantir uma gravidez mais segura.
Palavras-chave: Infecções Sexualmente Transmissíveis; Gestantes; Hepatite B; Sífilis.