EXOSSOMOS E O SEU POTENCIAL NA ESTÉTICA REGENERATIVA
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Resumo
Os exossomos emergem como uma promissora ferramenta na estética regenerativa por seu papel na comunicação celular e na modulação de processos de reparo tecidual. Este trabalho tem como objetivo realizar uma revisão bibliográfica sobre o uso de exossomos em terapias regenerativas associadas a técnicas estéticas como lasers e microagulhamento. Foram revisados estudos que empregaram exossomos derivados de células-tronco humanas, bem como alternativas de origem vegetal, destacando seus mecanismos de ação e resultados clínicos. Os achados apontam que os exossomos atuam de forma significativa na regeneração cutânea, estimulando a produção de colágeno, a proliferação de fibroblastos e a reorganização da matriz extracelular. Contudo, o uso de exossomos de origem humana permanece restrito por órgãos regulatórios como a Anvisa e o FDA, sendo permitido apenas em formulações cosméticas tópicas de origem vegetal no Brasil. Os estudos analisados demonstraram resultados positivos em textura, elasticidade e uniformidade da pele, especialmente quando combinados a procedimentos que promovem permeabilidade cutânea. Apesar do potencial terapêutico, há necessidade de padronização de protocolos e ampliação de estudos clínicos. Os exossomos de origem vegetal, como os derivados de Rosa damascena, destacam-se como alternativa viável, ética e legal, alinhada às normativas brasileiras para uso cosmético. Conclui-se que a terapia exossômica representa um avanço relevante na estética regenerativa.