TCC2022

FISIOPATOLOGIA DA LESÃO RENAL AGUDA NA INFECÇÃO POR COVID- 19: REVISAÃO INTEGRATIVA.

Dados do documento

Autor(es)
Jonathan Fernandes da Silva; José Danilo Amorim Ghidetti; Paulo Eduardo Baiao Milhomem
Orientador(es)
Larrisa Dias Biolcati Rodrigues da Costa
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2022
Data de publicação
06 de maio de 2024
Nome do curso
Não informado
Nome da Unidade
Afya Marabá
Palavras-chave
COVID-19. Fisiopatologia. Lesão Renal aguda.

Resumo

A doença causada pelo coronavírus disease 2019 (COVID-19) é considerada um grave problema de saúde pública a nível mundial, capaz de causar síndrome respiratória aguda grave, com relevante morbimortalidade. Considerando asevidências existentes sobre a elevada prevalência de lesão renal aguda (LRA) em pacientes graves com covid-19 e de sua associação com maior mortalidade, entender a fisiopatologia da LRA nesse contexto se torna imperativo. Objetivo: realizar um revisão de literatura sobre as evidências mais recentes sobre a fisiopatologia da LRAna infecção por COVID-19. Método: estudo de revisão integrativa da literatura sobre as evidências mais recentes na fisiopatologia da LRA na infecção por covid-19. A busca dos artigos foi realizada pela biblioteca virtual de saúde, no período de agosto a setembro de 2022, nas bases de dados da Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Medical Literature Analysis and Retrieval Systemon-line (Medline). Foram incluídos artigos completos disponíveis nos idiomas português e inglês sobre o tema nos últimos 5 anos. Resultado: Foram considerados elegíveis para esta revisão o total de 10 artigos. A maioria dos artigos elegíveis apresentava metodologia de natureza qualitativa e se concentraram no período de 20221 a 2022. A LRA na COVID-19 tem mecanismos multifatoriais, incluindo efeito viral direto, causas secundárias à disfunção cardíaca, fenômeno tromboembólico, fatores vasculares, tempestade de citocinas, além de toxicidade por drogas. Ademais, a fisiopatologia da LRA inclui mecanismos de lesão podocitária, de necrose tubular aguda, disfunção mitocondrial e oclusão arterial. Conclusão: esta revisão evidencia a necessidade de novas pesquisas sobre o tema abordado para que seja possível que todos os mecanismos envolvidos no desenvolvimento da LRA na infecção por COVID-19 possam ser melhor elucidados.