FRAGILIDADES ENCONTRADAS PELA ENFERMAGEM FRENTE AS AÇÕES DE CONTROLE DA TUBERCULOSE
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Resumo
Introdução: A tuberculose é causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis e sua transmissão acontece pelas vias respiratórias, sucedida da inalação de partículas contendo obacilo, que são expelidas pelo doente, ao tossir, falar ou espirrar. Embora existam recursos tecnológicos para seu controle, ela ainda é um problema grave de saúde pública e é responsável por muitos óbitos. Na busca de ações que visam reduzir sua incidência, intensificar a prevenção e redução do adoecimento, o enfermeiro ganha destaque. Objetivo: Desta maneira, este artigo tem como objetivo descrever fragilidades encontradas no qual dificulta o enfermeiro exercer ações de controle da Tuberculose. Metodologia: Para tal, foi realizada uma revisão integrativa a partir de artigos publicados em bases indexadas, com o recorte temporal entre 2010 e 2020, na língua portuguesa. Após a análise dos critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados 9 artigos. Resultados: Foi possível verificar a necessidade de ações educativas, educação permanente para o controle da doença, pois, foi averiguado que muitos profissionais de enfermagem não possuíam conhecimentos suficientes de uma conduta apropriada diante desta doença. Percebeu-se ainda a necessidade do compartilhamento de informações, pois propicia o fortalecimento do trabalho em equipe e o diálogo entre os profissionais. E ainda, a importância de ter um bom relacionamento tanto com o paciente quanto com a família dele, pois isso passa segurança aos mesmos. Conclusão: Por fim, concluiu-se que os profissionais carecem, urgentemente, de uma reconstrução da sistematização na assistência prestada, baseada na interação, na educação, no diálogo entre agentes e na superação da segregação de conhecimentos.