TCC2021

HANSENÍASE NA INFÂNCIA: PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E INDICADORES OPERACIONAIS NO ESTADO DO TOCANTINS, BRASIL.

Dados do documento

Autor(es)
Lara Renata Morais Melo; Isadora Azevedo Leite; Antonios George Issa Haonat Neto; Thales Fernandes Viana
Orientador(es)
Lorena Dias Monteiro
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2021
Data de publicação
31 de dezembro de 2022
Nome do curso
Não informado
Nome da Unidade
Afya Palmas
Palavras-chave
Hanseníase. Crianças. Adolescentes. Epidemiologia.

Resumo

Introdução: O adoecimento de crianças e adolescentes é um indicador sensível da magnitude da hanseníase na população. O fato de crianças apresentarem deformidades físicas visíveis no momento do diagnóstico mostra a pior gravidade da doença. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo, com dados obtidos do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde. Resultados: Houve maior detecção de casos novos em menores de 15 anos por demanda espontânea e encaminhamento, representando mais de 70%. A detecção foi maior para o sexo masculino (54,3%), na classificação paucibacilar (51,32%), com 2 ou mais nervos acometidos (35,48%). O grau de incapacidade física grau 1 ocorreu em 12,45% dos casos e grau 2 em 3,02%. Conclusão: O fato de quase metade terem sido diagnosticados como multibacilares e mais de 1/3 com mais de 2 nervos acometidos apontam para odiagnóstico tardio da doença em crianças e adolescentes. O programa de controle da hanseníase do estado deve se concentrar e promover atividades de controle sustentáveis com foco na vigilância ativa por meio de exames de contatos, campanhas em massa e outros exames coletivos.