Artigos2024

LIBERDADE DE EXPRESSÃO E INTEGRIDADE MORAL NO CONTEXTO DIGITAL: LIMITES JURÍDICOS, CAPITALISMO DE VIGILÂNCIA E REGULAÇÃO DAS PLATAFORMAS PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.

Dados do documento

Autor(es)
Antonio Morais Lira Junior; Felix Mateus Queiroz Diniz; João Vitor Rodrigues de Almeida
Orientador(es)
Daniela Stefanni Regis do Amaral
Tipo do documento
Artigos
Ano de publicação
2024
Data de publicação
25 de outubro de 2024
Nome do curso
Direito
Nome da Unidade
Afya Redenção
Palavras-chave
Liberdade de expressão. Redes sociais. Desinformação. Discurso de ódio. Capitalismo de vigilância. Supremo Tribunal Federal. Regulamentação. Dignidade humana.

Resumo

O direito à liberdade de expressão é essencial na sociedade democrática brasileira, mas sua interpretação se tornou complexa com a ascensão da internet e das redes sociais. As plataformas digitais ampliaram o debate público, mas trouxeram desafios como desinformação e discurso de ódio. A difícil delimitação entre liberdade de expressão e violação de direitos humanos no ambiente digital é destacada, especialmente em casos de declarações ofensivas e difamação. O Supremo Tribunal Federal (STF) busca um equilíbrio entre a proteção da liberdade de expressão e a dignidade humana, com decisões recentes como a Petição 12.404 e o Inquérito 4874. Este artigo analisa a complexidade desse direito no contexto digital brasileiro e o papel regulador do STF. A pesquisa é relevante devido à transformação digital e visa encontrar um equilíbrio entre a liberdade de expressão e a proteção contra lesões à integridade moral e dignidade humana. As mídias sociais são vitais para a expressão pública, mas a falta de regulamentação eficaz pode comprometer a integridade ética dos indivíduos e a ordem pública. O objetivo é avaliar esse equilíbrio e fazer recomendações para um ambiente digital mais ético e saudável.