TCC2025

O PAPEL DAS CÉLULAS-TRONCO NA MEDICINA REGENERATIVA E SEU POTENCIAL IMPACTO NA PRÁTICA DA MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE: REVISÃO INTEGRATIVA

Dados do documento

Autor(es)
Antonio Agnaldo Aguiar Sousa Júnior; Lívia Gabriela da Costa Silva; Maria Júlia Santana Nunes Xavier
Orientador(es)
Gustavo Cardoso da Silva Neves
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2025
Data de publicação
02 de setembro de 2026
Nome do curso
Medicina
Nome da Unidade
Afya Teresina
Palavras-chave
Células-tronco. Medicina da família. Medicina comunidade. Prática clínica. Medicina regenerativa.

Resumo

A medicina regenerativa, baseada no uso de células-tronco, tem se destacado como alternativa terapêutica promissora para diversas doenças crônicas, muitas delas comuns na Atenção Primária à Saúde (APS). No contexto da Medicina da Família e Comunidade, conhecer essas possibilidades é essencial para ampliar o cuidado integral. Este estudo teve como objetivo analisar as implicações do uso de células-tronco na prática do médico de família e comunidade. Foi realizada uma revisão integrativa de caráter qualitativo, com levantamento de artigos publicados entre 2020 e 2024 nas bases PubMed, Scopus, LILACS e SciELO, utilizando descritores relacionados a células-tronco, medicina regenerativa e prática clínica na APS. Os estudos selecionados foram organizados e analisados de forma descritiva. Os estudos analisados indicam resultados promissores no uso de células-tronco, especialmente as mesenquimais, no tratamento de doenças como cardiomiopatia chagásica, insuficiência renal, osteonecrose, Alzheimer, diabetes tipo 2 e outras condições prevalentes na APS. Destacam-se benefícios como regeneração tecidual, menor dependência de terapias paliativas e baixa ocorrência de efeitos adversos. As principais variações entre os estudos envolvem os tipos celulares empregados e o estágio da pesquisa. Embora ainda haja desafios para sua integração na atenção primária, o médico de família pode ter papel estratégico na triagem, orientação e acompanhamento dos pacientes. A capacitação profissional e o fortalecimento da APS são essenciais para viabilizar a adoção segura e eficaz dessas terapias.