TCC2015

O PAPEL DO ENFERMEIRO FRENTE À CAPACITAÇÃO DE LEIGOS PARA A UTILIZAÇÃO DO DESFRIBILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO NO SUPORTE BÁSICO DE VIDA

Dados do documento

Autor(es)
Emanuela da Cunha Chaves
Orientador(es)
Bárbara Fabrícia Silva
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2015
Data de publicação
12 de julho de 2024
Nome do curso
Enfermagem
Palavras-chave
Parada Cardiorrespiratória. Suporte Básico de Vida. Desfribilador Automático Externo. Enfermeiro. Leigo.

Resumo

O sucesso no atendimento de uma vítima de parada cardiorrespiratória está relacionado àsmanobras de ressuscitação realizadas de forma precoce. Por isso, entende-se ser tão importante o treinamento de pessoas leigas para realizarem a abordagem inicial da vítima de forma correta. Além disso, a grande maioria dos casos de parada cardiorrespiratória ocorre no ambiente extra hospitalar. Através do Suporte Básico de Vida, são realizadas manobras com o objetivo de estabelecer um mínimo de condição para a manutenção da vida da vítima. Dentre as manobras, destaca-se o uso do Desfribilador Externo Automático (DEA) que, quando disponível no local, pode ser mais um instrumento para salvar vidas. Entretanto, o sucesso da recuperação da vítima depende da presença de uma pessoa treinada para prestar os primeiros socorros até a chegada da assistência especializada. Por isso, é tão importante que o leigo seja treinado pelo enfermeiro para o uso do DEA. Apesar de ser um instrumento de fácil manuseio, é essencial que os leigos estejam treinados para saberem como agirem em situações de parada cardiorrespiratórias. Desse modo, iremos abordar a importância da intervenção do leigo treinado pelo enfermeiro no uso do DEA. Utilizamos como metodologia, a pesquisa bibliográfica, pautada em buscas em livros, artigos e sites especializados. Evidenciou-se que o rápido início de ressuscitação cardiopulmonar e o fornecimento de choque desfribilatório são fatores fundamentais para o sucesso do atendimento. O desfibrilador automático é de extrema importância em uma parada cardiorrespiratória, uma vez que o seu uso poderá diminuir a chance de morte súbita. Contudo, a eficiência na utilização do DEA exige um adequado treinamento dos leigos para uso do equipamento, a fim de se garantir uma abordagem apropriada ao paciente em parada cardiorrespiratória.