O PAPEL DO ENFERMEIRO FRENTE À CAPACITAÇÃO DE LEIGOS PARA A UTILIZAÇÃO DO DESFRIBILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO NO SUPORTE BÁSICO DE VIDA
Dados do documento
Resumo
O sucesso no atendimento de uma vítima de parada cardiorrespiratória está relacionado àsmanobras de ressuscitação realizadas de forma precoce. Por isso, entende-se ser tão importante o treinamento de pessoas leigas para realizarem a abordagem inicial da vítima de forma correta. Além disso, a grande maioria dos casos de parada cardiorrespiratória ocorre no ambiente extra hospitalar. Através do Suporte Básico de Vida, são realizadas manobras com o objetivo de estabelecer um mínimo de condição para a manutenção da vida da vítima. Dentre as manobras, destaca-se o uso do Desfribilador Externo Automático (DEA) que, quando disponível no local, pode ser mais um instrumento para salvar vidas. Entretanto, o sucesso da recuperação da vítima depende da presença de uma pessoa treinada para prestar os primeiros socorros até a chegada da assistência especializada. Por isso, é tão importante que o leigo seja treinado pelo enfermeiro para o uso do DEA. Apesar de ser um instrumento de fácil manuseio, é essencial que os leigos estejam treinados para saberem como agirem em situações de parada cardiorrespiratórias. Desse modo, iremos abordar a importância da intervenção do leigo treinado pelo enfermeiro no uso do DEA. Utilizamos como metodologia, a pesquisa bibliográfica, pautada em buscas em livros, artigos e sites especializados. Evidenciou-se que o rápido início de ressuscitação cardiopulmonar e o fornecimento de choque desfribilatório são fatores fundamentais para o sucesso do atendimento. O desfibrilador automático é de extrema importância em uma parada cardiorrespiratória, uma vez que o seu uso poderá diminuir a chance de morte súbita. Contudo, a eficiência na utilização do DEA exige um adequado treinamento dos leigos para uso do equipamento, a fim de se garantir uma abordagem apropriada ao paciente em parada cardiorrespiratória.