TCC2024

PERCEPÇÃO DAS MULHERES QUANTO À VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA NO BRASIL: REVISÃO INTEGRATIVA DE LITERATURA

Dados do documento

Autor(es)
Idelzuita Araújo Ximenes Cavalcante; Louelyn Damasceno Assunção Araújo
Orientador(es)
Gabrielle Agostinho Rolim Marques
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2024
Data de publicação
16 de janeiro de 2025
Nome do curso
Medicina
Nome da Unidade
Afya Parnaíba
Palavras-chave
Violência obstétrica. Saúde da mulher. Violência contra a mulher.

Resumo

Introdução: a violência obstétrica (VO) é resultado da negligência humanitária, da discriminação social, do abuso físico, verbal e psicológico, bem como do uso de tecnologia para induzir o parto, procedimentos e comportamentos que interferem naintegração do parto natural. Ademais, esse tipo de tratamento desumano demonstra-se por meio de comentários irônicos ou desqualificantes. Objetivo: Realizar uma revisão integrativa de literatura sobre a violência obstétrica no Brasil, a fim de compreender a percepção das mulheres quanto ao tema abordado. Metodologia: Foram selecionados os artigos publicados entre 2015 e 2024, que estiveram disponíveis de forma integral. Asbases de dados utilizadas foram: Scielo, Pubmed e Lilacs, por meio dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS), sendo eles Violência Obstétrica, Saúde da Mulher eViolência contra a Mulher. Resultados: Obtiveram-se 324 artigos, que foram submetidos à aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, resultando em 137 artigos.Após a leitura dos títulos, análise dos resumos e exclusão dos duplicados, foram selecionados 63 artigos. Posteriormente, com base na leitura mais aprofundada desses textos, elegeu-se 16 artigos. Discussão: Tornou-se claro que além do sofrimento, do medo, da dor, da falta de privacidade e do conhecimento a cerca da VO, estas mulheres ainda são afetadas, a partir das suas experiências ruins, na criação do vínculo com os seus filhos Conclusão: Compreendeu-se que a VO é frequentemente subestimada ou até mesmo não reconhecida pelas mulheres que a vivenciam devido a uma cultura arraigada de aceitação do sofrimento durante o parto.