TCC2024

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA DENGUE NO ESTADO DO PARÁ, BRASIL

Dados do documento

Autor(es)
Amanda de Sousa Rêgo; Andressa Lima dos Santos; Lara Melissa Figueredo dos Santos; Letícia Catherine Alencar de Sousa Resende
Orientador(es)
Wherveson de Araújo Ramos
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2024
Data de publicação
28 de outubro de 2024
Nome do curso
Medicina
Nome da Unidade
Afya Marabá
Palavras-chave
Dengue. Epidemiologia. Prevenção. Saúde.

Resumo

A dengue recebe influência de diversos fatores condicionantes, como as alterações climáticas, temperatura, pluviosidade e umidade do ar, que são determinantes para as variações anuais nas taxas de transmissão da doença. Diante disso, o estudo tem o objetivo de identificar variáveis sociodemográficas e perfil clinico dos pacientes com dengue no Estado do Pará entre os anos de 2014 a 2024. Trata-se de um estudo transversal, descritivo e com abordagem quantitativa, com o intuito de avaliar o perfil epidemiológico da dengue na região. A partir dos resultados, percebeu-se que os anos de 2015, 2016 e 2017 foram os anos com maiores notificações de dengue, sendo a maioria do sexo feminino e com a faixa etária de 20 a 39 anos. Em relação ao critério para obtenção do diagnóstico foi através do clínico-epidemiológico, sendo mais predominante a dengue clássica, porém, um fator preocupante é que houve muitos casos inconclusivos. No que se refere a internação, a maior parte não houve a necessidade de haver a hospitalização. O Aedes aegypti tem como característica a infestação das larvas em reservatórios de água em residências em que há água parada. Por isso, a adoção de medidas para evitar esse problema, são necessárias. Entre esses cuidados, é importante que a equipe de saúde oriente a população sobre a importância de evitar o acúmulo de água parada, como em vasos de plantas, baldes, pneus ou outro objeto que possa ser propicio para isso, pois é a principal forma em que os mosquitos se desenvolvem.