TCC2024

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA SÍFILIS GESTACIONAL NO ESTADO DO MARANHÃO, DE 2016 A 2021

Dados do documento

Autor(es)
Walef do Nascimento Duo; Johnny Ricardo Araujo Correa
Orientador(es)
Carlos Alberto Alves Dias Filho
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2024
Data de publicação
27 de outubro de 2024
Nome do curso
Medicina
Nome da Unidade
Afya Santa Inês
Palavras-chave
Descrever as características epidemiológicas da sífilis gestacional no Maranhão no período pré-pandemia da COVID-19 (2016 a 2018) e durante a pandemia entre 2019 a 2021. Métodos: Trata-se de um estudo de caráter epidemiológico transversal descritivo. Utilizando a análise de dados epidemiológicos relevantes. Coletados a partir do Departamento de Informática do SUS - DATASUS. Como registros de casos notificados. Informações sobre o perfil sociodemográfico das gestantes afetadas. Fatores associados à ocorrência da sífilis gestacional e dados relacionados ao pré-natal. Resultados: Os resultados mostram uma variação significativa no número de casos ao longo dos anos. Com predominância entre mulheres jovens. Especialmente entre 20 e 39 anos. E uma distribuição desigual por regiões de saúde. Além disso. A maioria dos casos está entre mulheres pardas. Com baixa escolaridade. A sífilis latente foi a forma mais comum de classificação clínica nos casos registrados. Conclusão: O estudo destaca a necessidade de abordagens preventivas e educacionais direcionadas. Bem como melhorias nos sistemas de registro e monitoramento de casos.

Resumo

Descrever as características epidemiológicas da sífilis gestacional no Maranhão no período pré-pandemia da COVID-19 (2016 a 2018) e durante a pandemia entre 2019 a 2021. Métodos: Trata-se de um estudo de caráter epidemiológico transversal descritivo, utilizando a análise de dados epidemiológicos relevantes, coletados a partir do Departamento de Informática do SUS - DATASUS, como registros de casos notificados, informações sobre o perfil sociodemográfico das gestantes afetadas, fatores associados à ocorrência da sífilis gestacional e dados relacionados ao pré-natal. Resultados: Os resultados mostram uma variação significativa no número de casos ao longo dos anos, com predominância entre mulheres jovens, especialmente entre 20 e 39 anos, e uma distribuição desigual por regiões de saúde. Além disso, a maioria dos casos está entre mulheres pardas, com baixa escolaridade. A sífilis latente foi a forma mais comum de classificação clínica nos casos registrados. Conclusão: O estudo destaca a necessidade de abordagens preventivas e educacionais direcionadas, bem como melhorias nos sistemas de registro e monitoramento de casos.