TCC2023

PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS DA REGIÃO NORTE: EFICÁCIA NO TRATAMENTO DE VAGINITES FÚNGICAS – UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

Dados do documento

Autor(es)
Germana Maria Cordeiro Leite; Laís Eleutério Dias; Maria Beatriz Miranda Alves; Sérgio Augusto Amorim Farias
Orientador(es)
Marcilene de Jesus Caldas Costa
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2023
Data de publicação
06 de maio de 2024
Nome do curso
Não informado
Nome da Unidade
Afya Marabá
Palavras-chave
Plantas medicinais. Região Norte-Amazônica. Potencial antifúngico. Infecções fúngicas.

Resumo

O intuito da confecção desta revisão sistemática é avaliar a eficácia e segurança do uso de plantas medicinais e fitoterápicos que são utilizadas na região Norte-Amazônica no tratamento de vaginites e vaginoses. Método: Uma busca sistemática foi realizada nas bases de dados Pubmed, Lilacs, Google Acadêmico e Scielo, utilizando os termos "plantas medicinais", “fitoterápicos", "vaginite", “antifúngico”, “fungicida” e outros. Foram selecionados estudos que avaliaram a eficácia e segurança de plantas medicinais e fitoterápicos no tratamento de vaginites e vaginoses em seres humanos. Resultados: Das 9 plantas medicinais utilizadas nesta revisão sistemática, 7 são recomendadas pelo RENISUS, a aroeira (Schinus terebinthifolius) e espinheira-santa (Maytenus ilicifolia) já são tidas como uso seguro. Outras como a losna (Artemisa absinthium), pitangueira, copaíba, goiabeira e barbatimão também são recomendados e tem sido vistas com grande interesse. Durante a confecção do estudo, a sucupira foi descartada devido à entraves para encontrar estudos a respeito do seu potencial antifúngico e relacionados a ginecologia nas plataformas e idiomas utilizados. Considerações finais: Os resultados desta revisão sistemática sugerem que o uso de plantas medicinais e fitoterápicos podem ser uma alternativa eficaz e segura no tratamento de vaginites e vaginoses. Com base nos resultados apresentados, conclui-se que foram encontrados poucos estudos publicados nas bases de dados consultadas durante o período de análise, que atribuíam potencial antifúngico às plantas da RENISUS.