TCC2024

PREVALÊNCIA DE SINAIS E SINTOMAS DE DESORDENS TEMPOROMANDIBULARES EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIAS

Dados do documento

Autor(es)
Ana Luíza Santos Sandim; Fabiana Ferreira Silva Nascimento
Orientador(es)
Martinelle Ferreira da Rocha Taranto
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2024
Data de publicação
21 de fevereiro de 2025
Nome do curso
Odontologia
Palavras-chave
Articulação temporomandibular. Disfunção temporomandibular. Epidemiologia.

Resumo

INTRODUÇÃO: Estudos alegam que desordens temporomandibulares são uma comorbidade mais comum entre mulheres do que entre homens. Todavia, apesar de muitos autores concordarem com esses dados, pesquisas isoladas sobre o tema não são frequentemente abordadas. O porquê dessa prevalência ainda é um desafio para os estudiosos da área. OBJETIVO: Este estudo tem como objetivo verificar se a prevalência de sinais e sintomas de DTM entre os estudantes do Centro Universitário Presidente Tancredo de Almeida Neves é maior no sexo feminino. METODOLOGIA: O instrumento utilizado foi o questionário para DTM, modificado da Academia Americana de Dor Orofacial (AAOP). Trata-se de estudo com abordagem quantitativa e delineamento transversal, que compreendeu na coleta dos dados relacionados à prevalência de sinais e sintomas de desordens temporomandibulares entre os graduandos. RESULTADOS: Participaram desta pesquisa 271 indivíduos com idade média de 24,38 (dp = 6,06) anos. A maior frequência consistiu no sexo feminino (n = 194; 70%). Em relação aos cursos, o Direito apresentou maior índice de resposta (n = 86; 31%), seguido de Fisioterapia (n = 34; 12,3%), Nutrição (n = 27; 9,7%), Odontologia e Psicologia (n = 65, 23,5%). No que concerne à presença de sinais e sintomas, cerca de 238 (87,82%) participantes relataram possui-los. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Os resultados corroboram estudos anteriores que apontam uma maior prevalência de sinais e sintomas de DTM entre as mulheres. Traumas recentes e alterações na mordida são fatores significativos para o desenvolvimento de condição. Além disso, fatores biológicos e psicológicos, mais prevalentes em mulheres, podem influenciar a DTM.