PREVALÊNCIA DO PERFIL CLÍNICO DO AUTISMO: REVISÃO INTEGRATIVA DE LITERATURA
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Resumo
Os procedimentos que auxiliam a investigação e a classificação do Transtorno do Espectro Autista (TEA) perpassam por modificações significativas ao longo dos anos. A ascensão de pesquisas fez com que o discernimento acerca de um determinado transtorno seja atenuado, e assim, define-se as melhores intervenções para o paciente. O objetivo do estudo é analisar as evidências da literatura sobre a prevalência do perfil clínico do Autismo. A concepção metodológica é Revisão Integrativa de Literatura (RIL). A coleta de dados ocorreu entre os meses de Agosto de 2022 a Outubro de 2023. Utilizou materiais teóricos e digitais disponibilizados nas Bases de Dados, que foram UPTODADE, LILACS e SCIELO. Constatou-se que o diagnóstico do Transtorno de Espectro Autista frequentemente é clínico. Sendo perceptível através de anamnese ou história clínica, entrevistas, dados da família, dispositivos específicos e observações no comportamento do acometido. Não existem diretrizes estabelecidas quanto a implementação de exames, contudo, os mais solicitados são os exames laboratoriais, de audição, exame Auditivo de Tronco Cerebral (PEATE) associado a pesquisa da atividade neuroelétrica das vias auditivas, EEG, cariótipo com pesquisa de X frágil, RNM e teste do pezinho. A conduta terapêutica pertinente precisa seguir um caminho multidisciplinar, com técnicas e estratégias para enfrentar os problemas cotidianos, possibilitando bem-estar e qualidade de vida ao acometido.