PREVALÊNCIA E FATORES ASSOCIADOS À PERDA PRECOCE DE MOLARES PERMANENTES EM CRIANÇAS DE UMA ESCOLA INFANTIL
Dados do documento
Resumo
desafio relevante para a odontopediatria, por suas repercussões na oclusão dentária, no desenvolvimento craniofacial e na qualidade de vida. O presente estudo teve como objetivo identificar a prevalência da perda precoce desses dentes e analisar sua associação com fatores de higiene bucal, frequência de acompanhamento odontológico e hábitos alimentares. A pesquisa foi realizada em uma escola pública de Porto Velho – RO, envolvendo 62 crianças do ensino fundamental. Trata-se de um estudo observacional e transversal, com coleta de dados por meio de exame clínico odontológico e aplicação de questionário padronizado aos responsáveis. Os dados foram organizados em planilhas e analisados por medidas de frequência, média e desvio padrão, a fim de identificar padrões e associações entre as variáveis. Os resultados mostraram que 77,4% das crianças apresentaram todos os molares permanentes, enquanto 22,6% tiveram ausência de um ou mais dentes. A higiene bucal foi classificada como boa em 54,9% da amostra, regular em 41,2% e ruim em 3,9%. Constatou-se relação entre menor frequência de escovação e presença de maloclusão. Conclui-se que a perda precoce dos primeiros molares permanentes compromete o desenvolvimento bucal infantil, sendo essencial a adoção de estratégias preventivas e educativas para promover a saúde bucal e evitar complicações funcionais e estéticas futuras.