PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS DA AUTOMEDICAÇÃO NA AMEBÍASE E GIARDÍASE COM AUXÍLIO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Dados do documento
Resumo
A automedicação no tratamento da amebíase e da giardíase é uma prática comum que pode comprometer a eficácia terapêutica e agravar a resistência parasitária.Nesse aspecto, o uso da Inteligência Artificial (IA), como artifício educador é uma estratégia que pode resultar em benefícios para população. Objetivos. Identificar e analisar os principais riscos associados à automedicação no contexto das infecções parasitárias intestinais, enquanto os objetivos específicos incluem a avaliação do impacto do uso indiscriminado de fármacos, a discussão de estratégias preventivas e a exploração do potencial da IA como ferramenta educativa. Justificativa. A pesquisa sobre os impactos da automedicação no tratamento da amebíase e da giardíase é relevante socialmente por alertar sobre os riscos à saúde pública e a disseminação dessas infecções. No âmbito acadêmico, contribui para a formação de profissionais mais conscientes sobre o uso racional de medicamentos. Cientificamente, auxilia na compreensão dos efeitos da automedicação na resistência parasitária e na eficácia terapêutica, incentivando políticas de saúde mais eficazes. Metodologia: Trata-se de uma revisão sistemática da literatura, conduzida de acordo com as diretrizes PRISMA, utilizando a estratégia PICO para definir os parâmetros da pesquisa. Foram analisados artigos publicados entre 2020 e 2024, obtidos nas bases SciELO e PubMed. Os critérios de inclusão consideraram estudos sobre automedicação nas infecções parasitárias intestinais e o uso da IA como ferramenta de prevenção. Os dados foram analisados qualitativamente, comparando as estratégias de prevenção e os impactos negativos da automedicação. Resultados e discussão. Foram selecionados 10 artigos para escsrita deste trabalho. A automedicação é uma prática comum entre os pacientes com amebíase e giardíase, frequentemente motivada pelo acesso facilitado a fármacos como metronidazol, tinidazol e secnidazol. No entanto, essa prática está associada a complicações como a resistência parasitária e a dificuldade no controle das infecções. A discussão destaca que a IA pode atuar como um recurso importante na disseminação de informação confiável, ajudando a reduzir a automedicação.Conclusão. Conclui-se que a automedicação continua sendo um desafio significativo para o manejo adequado das infecções parasitárias intestinais, tornando essencial a implementação de políticas educativas e o desenvolvimento de tecnologias como a IA para promover o uso racional de medicamentos