TCC2025

PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS DA AUTOMEDICAÇÃO NA AMEBÍASE E GIARDÍASE COM AUXÍLIO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Dados do documento

Autor(es)
Adrielle Ramos de Castro; Ana Luiza Marin; Ana Paula Macedo da Silva; Vanessa Vieira Dias
Orientador(es)
Flávio Aparecido Terassini
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2025
Data de publicação
22 de abril de 2026
Nome do curso
Medicina
Nome da Unidade
Afya Porto Velho
Palavras-chave
Automedicação. Infecções parasitárias intestinais. Tecnologia.

Resumo

A automedicação no tratamento da amebíase e da giardíase é uma prática comum que pode comprometer a eficácia terapêutica e agravar a resistência parasitária.Nesse aspecto, o uso da Inteligência Artificial (IA), como artifício educador é uma estratégia que pode resultar em benefícios para população. Objetivos. Identificar e analisar os principais riscos associados à automedicação no contexto das infecções parasitárias intestinais, enquanto os objetivos específicos incluem a avaliação do impacto do uso indiscriminado de fármacos, a discussão de estratégias preventivas e a exploração do potencial da IA como ferramenta educativa. Justificativa. A pesquisa sobre os impactos da automedicação no tratamento da amebíase e da giardíase é relevante socialmente por alertar sobre os riscos à saúde pública e a disseminação dessas infecções. No âmbito acadêmico, contribui para a formação de profissionais mais conscientes sobre o uso racional de medicamentos. Cientificamente, auxilia na compreensão dos efeitos da automedicação na resistência parasitária e na eficácia terapêutica, incentivando políticas de saúde mais eficazes. Metodologia: Trata-se de uma revisão sistemática da literatura, conduzida de acordo com as diretrizes PRISMA, utilizando a estratégia PICO para definir os parâmetros da pesquisa. Foram analisados artigos publicados entre 2020 e 2024, obtidos nas bases SciELO e PubMed. Os critérios de inclusão consideraram estudos sobre automedicação nas infecções parasitárias intestinais e o uso da IA como ferramenta de prevenção. Os dados foram analisados qualitativamente, comparando as estratégias de prevenção e os impactos negativos da automedicação. Resultados e discussão. Foram selecionados 10 artigos para escsrita deste trabalho. A automedicação é uma prática comum entre os pacientes com amebíase e giardíase, frequentemente motivada pelo acesso facilitado a fármacos como metronidazol, tinidazol e secnidazol. No entanto, essa prática está associada a complicações como a resistência parasitária e a dificuldade no controle das infecções. A discussão destaca que a IA pode atuar como um recurso importante na disseminação de informação confiável, ajudando a reduzir a automedicação.Conclusão. Conclui-se que a automedicação continua sendo um desafio significativo para o manejo adequado das infecções parasitárias intestinais, tornando essencial a implementação de políticas educativas e o desenvolvimento de tecnologias como a IA para promover o uso racional de medicamentos