TCC2021

PROFILAXIA DA REJEIÇÃO AGUDA E CRÔNICA DO TRANSPLANTES CARDÍACOS

Dados do documento

Autor(es)
Lucas de Carvalho Freires; Taicy Ribeiro Fideles Rocha; Marco Antônio Camardella da Silveira Junior
Orientador(es)
Daniela Machado Bezerra
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2021
Data de publicação
01 de julho de 2021
Nome do curso
Medicina
Nome da Unidade
Afya Parnaíba
Palavras-chave
Transplantes cardíaco. Imunossupressão. Cirurgia cardíaca. Imunidade. Drogas imunossupressoras.

Resumo

Em 3 de dezembro de 1967, o primeiro coração humano foi transplantado por
um cirurgião sul-africano de nome Christiaan Barnard. Esse paciente viveu 18 anos
chegando a óbito por uma infecção. Dessa forma, O transplante de coração é um
tratamento estabelecido para pacientes com insuficiência cardíaca refratária ou em
estágio final que se esgotou a sobrevida por medicação sendo necessário o
transplante Assim, podemos evidenciar o processo de transplante cardíaco como um
fator que tem se tornado a cada dia mais presente em diversos serviços médicos, o
que nos trás a refletir e avaliar um ponto fundamental em todo esse processo, que
são as terapias de imunossupressão utilizadas a fim de fornecer essa profilaxia
contra a rejeição aguda e crônica desses pacientes, de modo a garantir um melhor
prognóstico. Na maioria dos protocolos de imunossupressão atual após o
transplante cardíaco há o que chamamos de terapia de manutenção, que consiste
em manter o indivíduo em imunossupressão de maneira objetiva e personalizada de
acordo com cada indivíduo, minimizando a rejeição aguda do enxerto..Assim, é
necessário que se promover uma imunossupressão bem realizada é de fundamental
importância para prevenir a morbimortalidade associada à rejeição do enxerto, para
aumentar a sobrevida dos pacientes transplantados.