PSICOFARMACOLOGIA NA INFÂNCIA: UMA REVISÃO DE ESCOPO
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Resumo
Objetivo: mapear a literatura sobre a prescrição médica de psicofármacos para crianças de até 12 anos. Métodos: revisão de escopo utilizando as bases de dados Web of Sciencie, EMBASE, PubMd, LILCAS e PsyInfo. Selecionou-se artigos na íntegra, publicados entre 2019 e 2024. Os resultados foram apresentados em quadro sinóptico e submetidos à análise comparativa. Resultados: foram analisados seis estudos que criticam a centralidade da medicação como única alternativa terapêutica na infância. Revelou-se ausência de escuta ativa das crianças e a desconsideração de fatores sociais no processo diagnóstico. A visão biomédica do tratamento de transtornos mentais graves em crianças foi evidenciada nos estudos. E, mostrou-se ainda que fosse relevante para casos agudos, a logica medicamentosa não é suficiente. Conclusão: a psicofarmacologia infantil, embora relevante em situações específicas, deve ser estimada dentro de uma perspecitiva mais complexa e crítica, levando em conta cuidado integral, relacional e éticos das infâncias