TCC2023

QUALIDADE DE VIDA DOS PACIENTES USUÁRIOS DE CANNABIS MEDICINAL

Dados do documento

Autor(es)
Ane Kassia de Carvalho Barbosa; Hildnel Rodrigues Leal Silva; Thyago Layron Sampaio de Abreu
Orientador(es)
José Lopes Pereira Junior
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2023
Data de publicação
11 de julho de 2023
Nome do curso
Medicina
Nome da Unidade
Afya Parnaíba
Palavras-chave
Qualidade de vida. Cannabis medicinal. Endocanabinoides.

Resumo

A cannabis medicinal recebeu maior atenção da pesquisa nos últimos
anos devido ao afrouxamento de mudanças regulatórias globais. A cannabis medicinal
tem eficácia potencial na redução da dor, espasticidade muscular, náuseas e vômitos
induzidos por quimioterapia e epilepsia infantil intratável. OBJETIVO: Analisar estudos
que descrevam a associação de melhora na qualidade de vida através do uso de
Cannabis medicinal. MÉTODOS: O presente estudo trata-se de uma revisão
integrativa da literatura, foi realizado um levantamento bibliográfico de caráter
descritivo e exploratório, através das bases de dados: Medline, SciELO e LILACS,
utilizando os descritores: “Cannabis medicinal” OR “Canabinóides” OR
“Endocanabinoides”, “Receptores de canabinóides” OR “Moduladores de receptores
de canabinóides” OR “Qualidade de vida”. RESULTADOS: Foi percebido uma melhor
qualidade de vida em relação a os pacientes que utilizaram a cannabis medicinal de
forma terapêutica, melhorando consideravelmente quadros de dor (oncológica e não
oncológica),epilepsia de difícil controle, transtornos psiquiátricos como a ansiedade,
dentre outros, sendo assim, evidente a melhoria na qualidade de vida dos pacientes
que buscam essa alternativa terapêutica. CONCLUSÃO: Os estudos analisados
mostraram efeitos positivos tendo em vista o uso de Cannabis medicinal e a melhoria
na qualidade de vida em patologias observadas em diferentes sistemas orgânicos.
Entretanto, os resultados encontrados apesar de se mostrarem suficientes para
recomendação do uso medicinal da Cannabis existem estigmas e conceitos pré-concebidos em relação à terapêutica, o que vai de encontro coma fragilidade técnica
de profissionais médicos, bem como em relação à política de drogas vigente no Brasil.