SUBJETIVAÇÃO DA CULTURA PELA ANGUSTIA DA MORTE: UMA REFLEXÃO SOBRE A CONTRADIÇÃO DO AUTÊNTICO E O INAUTÊNTICO
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Resumo
O presente artigo apresenta uma pesquisa bibliográfica básica revisitando a literatura que buscou elucidar como a consciência da morte, no sentido de saber da finitude, tem relação com a construção de aparatos culturais. Nesse ponto, ao relacionar a morte como uma instância ontológica do ser, a que passo ela é formadora de cultura e nessa formação, como esses elementos culturais afastam essa consciência-para-a-morte. Em outras palavras, o artigo irá articular como a finitude estabelece influência na subjetivação da cultura e como esse processo afasta proporcionalmente do contato reflexivo da morte expondo suas contradições na vida comum.