SUPLEMENTAÇÃO COM VITAMINA D EM MULHERES PÓS MENOPÁUSICAS: UMA ANÁLISE DAS PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS ATUAIS
Dados do documento
Resumo
A menopausa é definida como a interrupção permanente do ciclo menstrual, sendo
diagnosticada após um período de 12 meses consecutivos de amenorreia. Nestas mulheres, os
níveis de vitamina D podem ser alterados. Desta forma, alguns estudos têm sugerido a
suplementação exógena desse nutriente como alternativa terapêutica. O objetivo foi realizar
uma revisão de literatura sobre a suplementação exógena isolada e/ou combinada de vitamina
D em mulheres na pós-menopausa. Reuniu-se diversos artigos publicados entre 2016 e 2020.
Utilizou-se como descritores: “pós-menopausa”, “suplementação nutricional” e “vitamina D”,
definidos conforme plataforma dos Descritores em Ciências da Saúde – DeCS. As bases de
dados utilizadas foram: Scielo, LILACS e PUBMED. A seleção dos artigos seguiu critérios de
inclusão e exclusão, previamente estabelecidos. Um total de 21 artigos foi incluído no estudo,
sendo a maior parte deles publicada em 2018 (n=9, 42,85%). Os estudos selecionados avaliaram
os efeitos desta suplementação em diferentes aspectos. Comparou-se as altas e baixas doses da
suplementação, analisou-se os efeitos de uma combinação da vitamina D com outros nutrientes,
bem como a influência de um processo educativo sobre o tema com as participantes. Estas
mulheres foram avaliadas quanto à tal terapia, considerando a prática de atividade física, o perfil
sérico de hormônios sexuais, o risco de câncer em fumantes, bem como quanto aos parâmetros
musculares e inflamatórios. Diante do exposto, observou-se a suplementação exógena com
vitamina D é uma opção terapêutica em constante avaliação. Foi constatado ainda que a
suplementação combinada foi a abordagem mais desenvolvida entre os estudos.