TRATAMENTO DO MELANOMA CUTÂNEO: UMA REVISÃO DE NOVAS TERAPIAS
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Resumo
Introdução: O melanoma cutâneo é um tumor maligno originado da transformação dos melanócitos e é a mais grave neoplasia de pele, com grande capacidade de metástase. Objetivos: Realizar uma revisão literária sobre a doença, abordando seus principais tipos, sua etiopatogenia, diagnóstico, tratamentos mais atuais e formas de prevenção. Métodos: Trata-se de uma revisão bibliográfica, a partir da fundamentação teórica baseado em artigos, livros e revistas científicas. Foi considerado um período de publicações compreendido entre 2016 e 2021, principalmente. Conclusões: Apesar de ser o câncer menos frequente na população, o melanoma cutâneo é o mais letal e acomete mais comumente pessoas acima de 40 anos. Sua causa é multifatorial, sendo elas a exposição solar aguda associada a particularidades do indivíduo como fototipo cutâneo mais claro, imunossupressão, síndromes névicas e certas alterações genéticas. A dermatoscopia é o exame de primeira linha para rastreio e diagnóstico. O algorítmo ABCD é uma ferramenta eficaz na identificação de lesões suspeitas por outros profissionais da saúde. A cirurgia de excisão do tumor com margens mínimas é o tratamento de escolha para melanomas localizados. Para evitar recidiva pode-se fazer terapia adjuvante com interferon-α. A quimioterapia é pouco utilizada e é reservada para metástases. Atualmente a combinação entre inibidores da via celular BRAF/MEK e tratamento com imunoterápicos demonstra maior eficiência terapêutica. A principal medida preventiva é evitar a exposição aos raios ultravioletas, uso do filtro solar diariamente.