USO DE PDRN TÓPICO NO TRATAMENTO DO MELASMA
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Resumo
O estudo analisa o uso do polidesoxirribonucleotídeo (PDRN) tópico no tratamento do melasma, destacando como questão-problema a necessidade de terapias eficazes e seguras que reduzam a hiperpigmentação cutânea e minimizem os efeitos adversos comuns aos tratamentos convencionais. A pesquisa foi desenvolvida por meio de revisão integrativa de literatura, com abordagem qualitativa e natureza descritiva, baseada em publicações entre 2015 e 2025 nas bases Scielo, PubMed, ScienceDirect, Scopus e Google Acadêmico. Os resultados demonstraram que o PDRN apresenta ação multifatorial, promovendo regeneração celular, angiogênese e modulação inflamatória, além de reduzir a atividade da tirosinase e o estresse oxidativo, o que resultou em melhora significativa da textura, elasticidade e uniformidade da pele. Verificou-se ainda menor recorrência das manchas e maior segurança clínica quando o PDRN foi associado a técnicas complementares como microagulhamento e antioxidantes. Conclui-se que o PDRN se configura como uma alternativa terapêutica inovadora e promissora no manejo do melasma, proporcionando resultados duradouros, alta tolerabilidade e potencial para aprimorar protocolos estéticos, embora ainda sejam necessários estudos clínicos controlados para padronizar sua aplicação e confirmar a eficácia a longo prazo.