INFLUÊNCIA EMOCIONAL ASSOCIADA A DISFUNÇÃO DO ESFÍNCTER DE ODDI: A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE MENTAL DURANTE A PANDEMIA CAUSADA PELO VÍRUS SARS-COV-2
Dados do documento
Resumo
O Esfíncter de Oddi (EO)pode ser definido como um músculo liso que envolve a junção dos ductos
colédoco e pancreático (ducto comum), localizado antes da desembocadura duodenal. Com a função
de no processo de digestão se dá com o fornecimento de bile pelo fígado, esta secreção pode ser
considerada um detergente biológico, pois permite que o organismo excrete colesterol e outros
componentes que são considerados tóxicos, tais como: bilirrubinas e metabólitos de fármacos. A
disfunção neste esfíncter pode ocasionar interrupção no fluxo das secreções bem como seu refluxo e
uma obstrução, mesmo que transitória, comumente traz muitas dores abdominais ao paciente. Este
estudo tem como objetivo verificar se ocorre influência do estresse e das comorbidades psiquiátricas
especialmente as que envolvem a pandemia provocada pelo SARS-Cov-2 no desenvolvimento,
diagnóstico e tratamento para os portadores desta disfunção. Trata-se de uma revisão integrativa da
literatura,utilizando-se de uma metodologia exploratória e descritiva. Os dados foram organizados
durante a revisão de literatura de forma a elencar os estudos relacionados à temática em questão, a
filtragem dos artigos encontrados teve como critério de inclusão, artigos nos anos de 2016 a 2021,
além de artigos que serviram como base inicial do tema, dentro dos idiomas: português, inglês e
espanhol. A disfunção do esfíncter causada pelo vírus Covid-19 devido ao emocional do pacientes
contaminados, não apresentaram relação significativa, devido ausências de pesquisa que abordem
essa temática. O transtorno de humor e alterações gastrointestinais, fora encontrado na pesquisa
artigos que relacionaram essa influência, em que os pacientes com depressão e transtorno de
ansiedade apresentaram com manifestação de diarréia, vômitos, náuseas, dor abdominal. Dessa
forma, o desenvolvimentos de disfunção intestinal crônica pós COVID-19 fora positiva, evidenciado
tal relação com conseqüência de FGIDs após da infecção viral .