TCC2025

INTERVENÇÕES FISIOTERAPÊUTICAS ASSOCIADAS A MÚSICA EM IDOSOS COM ALZHEIMER

Dados do documento

Autor(es)
Helena Rodrigues Veloso; Luiza Coura Novais Lara; Natalia Santos Oliveira
Orientador(es)
Dayse Rodrigues de Souza Andrade
Tipo do documento
TCC
Ano de publicação
2025
Data de publicação
18 de março de 2026
Nome do curso
Fisioterapia
Palavras-chave
Fisioterapia. Reabilitação. Alzheimer. Demência. Música. Musicoterapia.

Resumo

A Doença de Alzheimer (DA) é uma condição neurodegenerativa progressiva que

compromete a cognição, o comportamento e a funcionalidade, afetando a autonomia e a qualidade de vida

do idoso. Nesse contexto, intervenções não farmacológicas, como a fisioterapia e o uso da música, vêm

sendo utilizadas para potencializar os resultados terapêuticos e promover bem-estar. OBJETIVO: Analisar,

por meio de uma revisão integrativa, os efeitos da associação entre música e fisioterapia no tratamento de

pacientes com Doença de Alzheimer, destacando seus benefícios cognitivos, motores e emocionais.

METODOLOGIA: A pesquisa foi realizada nas bases de dados PubMed, SciELO e LILACS, considerando

o período de 2020 a 2025. Foram incluídos ensaios clínicos randomizados e estudos experimentais que

abordaram o uso combinado da música e da fisioterapia em pacientes com Alzheimer. Após aplicação dos

critérios de inclusão e exclusão, três artigos foram selecionados para análise qualitativa.

RESULTADOS: Os estudos mostraram que a integração da música às intervenções fisioterapêuticas

promoveu melhorias significativas na cognição, no humor, na interação social, na mobilidade funcional e

na adesão ao tratamento. Observou-se também que variações metodológicas, como o tempo de

intervenção e o tipo de estímulo musical, influenciaram na magnitude dos resultados. CONSIDERAÇÕES

FINAIS: Conclui-se que a associação entre música e fisioterapia representa uma estratégia eficaz, acessível

e de baixo custo na reabilitação de idosos com Alzheimer. Essa abordagem potencializa ganhos

cognitivos e motores, melhora o bem-estar emocional e favorece uma prática terapêutica mais

humanizada e integrativa