INTERVENÇÕES FISIOTERAPÊUTICAS ASSOCIADAS A MÚSICA EM IDOSOS COM ALZHEIMER
Dados do documento
Resumo
A Doença de Alzheimer (DA) é uma condição neurodegenerativa progressiva que
compromete a cognição, o comportamento e a funcionalidade, afetando a autonomia e a qualidade de vida
do idoso. Nesse contexto, intervenções não farmacológicas, como a fisioterapia e o uso da música, vêm
sendo utilizadas para potencializar os resultados terapêuticos e promover bem-estar. OBJETIVO: Analisar,
por meio de uma revisão integrativa, os efeitos da associação entre música e fisioterapia no tratamento de
pacientes com Doença de Alzheimer, destacando seus benefícios cognitivos, motores e emocionais.
METODOLOGIA: A pesquisa foi realizada nas bases de dados PubMed, SciELO e LILACS, considerando
o período de 2020 a 2025. Foram incluídos ensaios clínicos randomizados e estudos experimentais que
abordaram o uso combinado da música e da fisioterapia em pacientes com Alzheimer. Após aplicação dos
critérios de inclusão e exclusão, três artigos foram selecionados para análise qualitativa.
RESULTADOS: Os estudos mostraram que a integração da música às intervenções fisioterapêuticas
promoveu melhorias significativas na cognição, no humor, na interação social, na mobilidade funcional e
na adesão ao tratamento. Observou-se também que variações metodológicas, como o tempo de
intervenção e o tipo de estímulo musical, influenciaram na magnitude dos resultados. CONSIDERAÇÕES
FINAIS: Conclui-se que a associação entre música e fisioterapia representa uma estratégia eficaz, acessível
e de baixo custo na reabilitação de idosos com Alzheimer. Essa abordagem potencializa ganhos
cognitivos e motores, melhora o bem-estar emocional e favorece uma prática terapêutica mais
humanizada e integrativa